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Planejamento estratégico: como fazer e por onde começar

por: Afonso Bazolli
em: Gestão
fonte: Endeavor
20 de setembro de 2017 - 18:02

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Por onde começar o planejamento estratégico do seu empreendimento? Saiba quais são os itens básicos para realizar um bom planejamento estratégico.

Para todo empreendedor que deseja crescer, um dos primeiros passos é entender como iniciar algo que proporcione boas chances de sucesso ao negócio. Como o próprio significado da palavra indica, planejar estratégias é uma arte que requer eficiência, informações adequadas e conhecimento de mercado, para que as decisões tomadas estejam bem casadas com a visão de futuro da empresa.

É aconselhável, para todas as situações, que o plano esteja traçado no papel antes que seja colocado em ação. Portanto, o inicio de todo planejamento estratégico passa por algumas definições simples:

· Quem somos? Qual a nossa missão? Qual a relevância do nosso negócio para o mercado? Afinal, aonde queremos chegar?

· Quais os atores envolvidos nesse planejamento? Quem deve ter participação importante nas análises que traçarão os caminhos da empresa;

· Definidos os papeis de cada um, é o momento de ter em mãos o máximo de informações que lhe darão uma visão mais completa do mercado. Saiba de tudo que se refere à análise de mercado, crescimento e desenvolvimento de funcionários, concorrentes, áreas e mercados para explorar;

· Esteja informado sobre os insumos (internos e externos) para realização de seu negócio. O entendimento de mercado é tão bom quanto à compreensão do que ocorre dentro da sua própria empresa.

A importância das métricas dentro do seu planejamento estratégico

Acabaram-se os anos em que o que importava era bater o concorrente com gastos milionários em campanhas publicitárias. Hoje, quem não realizar uma métrica bem relacionada com o planejamento e ambições da empresa estará atrasado.

As métricas nada mais são do que estratégias para mensurar qualquer investimento ou ação relacionada à sua empresa, em quantidade e qualidade. Mas o mais importante é que ela deve estar diretamente relacionada aos planos de estratégia. Não adianta ter números e mais números, bons ou ruins, se esses números não estiverem dando respostas conclusivas para a gestão do negócio, se estamos ou não estamos chegando mais perto dos nossos grandes objetivos. Portanto, métricas de sucesso são aquelas em que os resultados serão um termômetro para saber se os objetivos da empresa estão sendo alcançados.

Colocando em prática

Sair do papel e ir para a realidade pode muitas vezes ser um tema complicado para o empreendedor. Portanto, a primeira coisa que devemos levar em consideração na parte da execução é analisar como fazemos o que fazemos. Ou seja, qual é a forma como conduzimos o processo de pessoas/equipe, a estratégia e nossos planos operacionais. Quanto mais organizada e bem feita for essa execução, mais poderemos medir o nível de maturidade de uma empresa.

Por exemplo, as realizações de reuniões periódicas precisam trazer realidade aos debates e alguns obstáculos que exigirão decisões. O nível de profissionalismo que se darão essas reuniões e as decisões feitas a partir desses possíveis obstáculos darão o tom da eficiência da sua execução. No livro “Execução”, escrito por Larry Bossidy&RamCharan, a definição da palavra para a gestão empresarial é esclarecedora: “No seu sentido fundamental, executar é uma forma sistemática de expor a realidade e agir sobre ela”.

Contudo, a sua prática está diretamente relacionada à seriedade e organização com que trata a execução de seus planejamentos. Será sempre um desafio mental complexo, sem muita intuição, mas de um pensamento sistêmico e de forte trabalho. Veja alguns pontos a que devemos nos atentar:

· A sincronia dos processos de gestão pessoas, estratégia e rotina são essenciais para uma boa execução;

· Divisão de funções, atribuições e responsabilidades são partes importantes para alcançarmos os objetivos com organização;

· Não devemos dar passos maiores do que podemos. Planos maiores que nossa capacidade geram frustação, pois, plano bom é aquele conseguimos implantar estando dentro da realidade;

· Se quisermos uma execução boa, devemos saber premiar e incentivar as pessoas envolvidas nessa evolução;

· Estar aberto a novas realidades, saber a hora de mudar e abrir mão de algo com flexibilidade e sabedoria, será um bom controle de qualidade dos seus planos estratégicos.

Um planejamento estratégico completo requer muito mais esforço e dedicação do que normalmente imaginamos, mas se feito com qualidade, formarão o caminho das pedras para a conquista de todos os seus objetivos. Empresas que colocam com eficiência todos os seus planos e práticas, são as que abandonam estratégias equivocadas com facilidade traçando novos rumos, aproveitando boas oportunidades, formando grandes líderes e criando resultados mais sustentáveis e lucrativos. Somos capazes de tudo isso, e se alguma dúvida aparecer, a Endeavor está aqui para ajudar!

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