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	<title>Comentários sobre: Cobrança com inteligência, uma questão de sobrevivência &#8211; Por Fernando Amizes</title>
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		<title>Por: Marcos Gomes da Silva</title>
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		<dc:creator>Marcos Gomes da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2013 15:12:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bom dia

Minha experiencia vivida em cobrar e Supervisionar uma equipe que cobrava carteira com mais de 10 anos em atraso só para se ter uma ideia do portifólio Banco Sudameris Banco Cruzeiro do Sul e ABN a empresa falava que tinha estrategia, porem quem trabalhava na estrategia alem de não ter vivencia com operação não sabia nada sobre os clientes destes Bancos e muito menos o tipo de produto cobrado, o que ocorre hoje nesta empresa é demissão em massa e Gestores que largavam a operação para beber de sabado tomar uma geladinha (não são todos) imagina só como esta a situação desta empresa em amigos, claro que esta muito mal !

Quando uma empresa começa a colocar pocha saco como gerente ela começa a cavar a cova para se findar, Gestores que fazem uma reunião com a equipe de Supervisores e passa no fim um filminho com uma guilhotina no fim ameaçando os supervisores a Gestão esta colocando a empresa a se perder em sua historia !]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia</p>
<p>Minha experiencia vivida em cobrar e Supervisionar uma equipe que cobrava carteira com mais de 10 anos em atraso só para se ter uma ideia do portifólio Banco Sudameris Banco Cruzeiro do Sul e ABN a empresa falava que tinha estrategia, porem quem trabalhava na estrategia alem de não ter vivencia com operação não sabia nada sobre os clientes destes Bancos e muito menos o tipo de produto cobrado, o que ocorre hoje nesta empresa é demissão em massa e Gestores que largavam a operação para beber de sabado tomar uma geladinha (não são todos) imagina só como esta a situação desta empresa em amigos, claro que esta muito mal !</p>
<p>Quando uma empresa começa a colocar pocha saco como gerente ela começa a cavar a cova para se findar, Gestores que fazem uma reunião com a equipe de Supervisores e passa no fim um filminho com uma guilhotina no fim ameaçando os supervisores a Gestão esta colocando a empresa a se perder em sua historia !</p>
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		<title>Por: Marcelo Bastos</title>
		<link>https://www.televendasecobranca.com.br/cobranca-2/cobranca-com-inteligencia-uma-questao-de-sobrevivencia-por-fernando-amizes-20776/#comment-26545</link>
		<dc:creator>Marcelo Bastos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2013 01:22:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pela minha experiência mesmo que as assessorias tenham a rotina de segmentação operacionalizada, o &quot;gargalo&quot; do processo é justamente o conhecimento e/ou anuência dos contratantes em segmentar a sua carteira, deixando parte dela sem acionamento (por exemplo pela baixa probabilidade de pagamento por score de cobrança, identificação de super endividamento, falecidos, etc ...). 

Aliado ao que você coloca talvez pudéssemos discutir quais formas de viabilizar a negociação com  os contratantes para não haver penalização por não acionamento de parte de sua carteira, desde que, os resultados esperados fossem alcançados por quem utiliza esses métodos. Hoje não vejo essa preocupação na parceria.

O que hoje é corrente é justamente o movimento inverso dos contratantes através da definição de novas exigências como, número de contas mínimo por operador, registros de acionamento devolvidos ao contratante para auditoria, definição de público para ações de correio  independente do perfil de pagamento para o instrumento, funcionários trabalhando in loco para controle de recursos alocados, modelos de BSC priorizando fases com baixa rentabilidade para as empresas etc...  

Sem o entendimento do contratante de que, a empresa também tem que viabilizar a sua atuação focando o seu resultado com rentabilidade para poder investir em pessoas, processos e tecnologia, essa equação não funcionará. 

Então, termos ou não as segmentações para atuação incluiria um ponto complementar que seria - a necessidade de viabilizar isso junto aos contratantes, de maneira que, a rotina  pudesse ser  implantada e a estratégia de atuação operacionalizada de forma transparente com conhecimento e anuência deles.

Então, se houvesse essa mudança, teríamos sim um cenário propicio para o investimento das empresas no uso da inteligência para atuação e busca de melhores resultados com rentabilidade das carteiras.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pela minha experiência mesmo que as assessorias tenham a rotina de segmentação operacionalizada, o &#8220;gargalo&#8221; do processo é justamente o conhecimento e/ou anuência dos contratantes em segmentar a sua carteira, deixando parte dela sem acionamento (por exemplo pela baixa probabilidade de pagamento por score de cobrança, identificação de super endividamento, falecidos, etc &#8230;). </p>
<p>Aliado ao que você coloca talvez pudéssemos discutir quais formas de viabilizar a negociação com  os contratantes para não haver penalização por não acionamento de parte de sua carteira, desde que, os resultados esperados fossem alcançados por quem utiliza esses métodos. Hoje não vejo essa preocupação na parceria.</p>
<p>O que hoje é corrente é justamente o movimento inverso dos contratantes através da definição de novas exigências como, número de contas mínimo por operador, registros de acionamento devolvidos ao contratante para auditoria, definição de público para ações de correio  independente do perfil de pagamento para o instrumento, funcionários trabalhando in loco para controle de recursos alocados, modelos de BSC priorizando fases com baixa rentabilidade para as empresas etc&#8230;  </p>
<p>Sem o entendimento do contratante de que, a empresa também tem que viabilizar a sua atuação focando o seu resultado com rentabilidade para poder investir em pessoas, processos e tecnologia, essa equação não funcionará. </p>
<p>Então, termos ou não as segmentações para atuação incluiria um ponto complementar que seria &#8211; a necessidade de viabilizar isso junto aos contratantes, de maneira que, a rotina  pudesse ser  implantada e a estratégia de atuação operacionalizada de forma transparente com conhecimento e anuência deles.</p>
<p>Então, se houvesse essa mudança, teríamos sim um cenário propicio para o investimento das empresas no uso da inteligência para atuação e busca de melhores resultados com rentabilidade das carteiras.</p>
]]></content:encoded>
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