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	<title>Comentários sobre: BC vai ao STJ por ação contra sistema de avaliação de crédito</title>
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		<title>Por: Rodrigo</title>
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		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 19:05:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil, como sempre, demonstra total desinteresse em criar um ambiente sadio de crédito no país ao permitir esse tipo de questionamento judicialmente. Toda instituição financeira tem total interesse de emprestar dinheiro, porém, tem direito de reduzir seu risco ao máximo, uma vez que por parte do governo não existe a mínima colaboração. Caducar um restritivo com 5 anos, limitar a cobrança de dívidas a determinados horários e ter um judiciário lento e tendencioso aos interesses do cliente, são algumas demonstrações de quanto temos ainda que evoluir. No mercado americano, todo cidadão tem total interesse de manter seu crédito em dia porque seu score é universal, aberto a qualquer instituição. Mesmo numa crise como a bolha imobiliária não se viu nenhum movimento social nos EUA querendo defender o consumidor inadimplente. O que se viu foram centenas de milhares de pessoas devolvendo suas casas para os bancos sem questionar algo que se definiu contratualmente. Porém, essas mesmas pessoas que devolveram as garantias de empréstimos hipotecários hoje podem adquirir um outro imóvel normalmente, em virtude da sua idoneidade frente as instituições. Se quisermos uma mercado de crédito sério no Brasil precisamos urgentemente mudar essa visão socialista, de que o povo é sempre vítima das instituições financeiras. Desde o princípio da história, os bancos foram criados para cobrar juros, pois essa é sua fonte básica de sobrevivência. Portanto, é inconcebível acreditar que um cidadão no Brasil tenha direito de questionar a cobrança de juros que é prevista claramente em contrato. Beira o absurdo um cidadão questionar juros de um financiamento de veículo quando se quer pagou as primeiras parcelas de seu contrato. É clara e evidente a indústria de ações contra instituições financeiras nos últimos 10 anos. E quem paga a conta? Certamente o cliente de bem, aquele que honra seus compromissos em dia. O judiciário do RS demorou muitos anos para enxergar a enxurrada de revisionais no estado e agora, os advogados de carnês estão buscando outros nichos de mercado pra sobreviver.
Dentre várias reformas que esse país precisa no momento, a reforma do judiciário é uma das mais importantes, pois é o modelo atual que sobrecarrega os departamentos jurídicos das instituições gerando um custo absurdo sobre os financiamentos. Recuperar um carro no Brasil deveria ser como na Alemanha, o cliente envergonhado corre para a financeira propondo a devolução. No entanto,o que vemos aqui é bem diferente disso, culpa em parte desse sistema judiciário que pela sua lentidão permite que essa situação se perpetue e, pior, que sirva de exemplo para todos...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil, como sempre, demonstra total desinteresse em criar um ambiente sadio de crédito no país ao permitir esse tipo de questionamento judicialmente. Toda instituição financeira tem total interesse de emprestar dinheiro, porém, tem direito de reduzir seu risco ao máximo, uma vez que por parte do governo não existe a mínima colaboração. Caducar um restritivo com 5 anos, limitar a cobrança de dívidas a determinados horários e ter um judiciário lento e tendencioso aos interesses do cliente, são algumas demonstrações de quanto temos ainda que evoluir. No mercado americano, todo cidadão tem total interesse de manter seu crédito em dia porque seu score é universal, aberto a qualquer instituição. Mesmo numa crise como a bolha imobiliária não se viu nenhum movimento social nos EUA querendo defender o consumidor inadimplente. O que se viu foram centenas de milhares de pessoas devolvendo suas casas para os bancos sem questionar algo que se definiu contratualmente. Porém, essas mesmas pessoas que devolveram as garantias de empréstimos hipotecários hoje podem adquirir um outro imóvel normalmente, em virtude da sua idoneidade frente as instituições. Se quisermos uma mercado de crédito sério no Brasil precisamos urgentemente mudar essa visão socialista, de que o povo é sempre vítima das instituições financeiras. Desde o princípio da história, os bancos foram criados para cobrar juros, pois essa é sua fonte básica de sobrevivência. Portanto, é inconcebível acreditar que um cidadão no Brasil tenha direito de questionar a cobrança de juros que é prevista claramente em contrato. Beira o absurdo um cidadão questionar juros de um financiamento de veículo quando se quer pagou as primeiras parcelas de seu contrato. É clara e evidente a indústria de ações contra instituições financeiras nos últimos 10 anos. E quem paga a conta? Certamente o cliente de bem, aquele que honra seus compromissos em dia. O judiciário do RS demorou muitos anos para enxergar a enxurrada de revisionais no estado e agora, os advogados de carnês estão buscando outros nichos de mercado pra sobreviver.<br />
Dentre várias reformas que esse país precisa no momento, a reforma do judiciário é uma das mais importantes, pois é o modelo atual que sobrecarrega os departamentos jurídicos das instituições gerando um custo absurdo sobre os financiamentos. Recuperar um carro no Brasil deveria ser como na Alemanha, o cliente envergonhado corre para a financeira propondo a devolução. No entanto,o que vemos aqui é bem diferente disso, culpa em parte desse sistema judiciário que pela sua lentidão permite que essa situação se perpetue e, pior, que sirva de exemplo para todos&#8230;</p>
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