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	<title>Comentários sobre: 25 livros que ajudam a recuperar a motivação para o trabalho</title>
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		<title>Por: Angela Paes</title>
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		<dc:creator>Angela Paes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2014 14:25:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Comentários: &quot;Vinte e cinco livros que ajudam a recuperar a Motivação no trabalho&quot;.
Bem, como psicóloga não posso analisar o comportamento humano como naturalmente ciclotímico, entre estar motivado ou desmotivado. Tome você mesmo como exemplo e vai concluir que essa ideia é uma inverdade. 
É óbvio que &quot;a motivação vem de dentro&quot;, já que é um fenômeno tipicamente Humano. A Motivação não poderia estar em nenhum fator ou incitamento externo!
...recuperar a motivação para o bem-estar geral? A Motivação não está relacionada com estados de alegria, entusiasmo, vontade e etc. A Motivação não pode ser tratada de modo genérico, como se ela pudesse se estender a todos os aspectos da conduta humana.
Agora, eu pergunto: Como é possível a existência de motivos ou fatores motivacionais por excelência?
Ora, o sonho de fazer carreira, a meta de executar seu serviço com máxima qualidade ou o desejo de atingir cargos mais elevados são instâncias totalmente relativas e variáveis, pois encontram-se dependentes dos valores pessoais.
Bem, vamos compreender melhor a questão da Motivação.

Em primeiro lugar, vamos definir o termo Motivação: uma conduta autônoma, persistente e sempre dirigida para um objetivo específico. Portanto, as ações motivadas são muito diferentes daquelas que são condicionadas/estimuladas ou incentivadas – mesmo porque são comportamentos que se manifestam pela força dos estímulos e reforços do meio ambiente. 
Na Motivação acontece o contrário. A pessoa apresenta uma conduta “independente” que quaisquer &quot;Esquemas de Reforçamento&quot; ou qualquer condição incentivadora presente.
Um aparte: se você pretende atingir resultados mais rápidos, é claro, estabeleça um sistema de incentivos para impulsionar as atuações. É ótimo recurso para avivar as atividades humanas, sem sombra de dúvida. De modo geral, durante as campanhas vivenciamos mais iniciativas, mais esforços e atenção às execuções cotidianas. E esteja preparado para observar queda no empenho do pessoal após as campanhas, isto porque você não está lidando com ações motivadas, mas gratificadas ou fortalecidas. Esta é a trajetória normal e esperada quando as atuações são incentivas. Prepare-se para lidar com isso. A psicologia chama este fenômeno de Condicionamento (ou Movimento!), um recurso de “reforçamentos e fortalecimentos” que acabam por energizar/ativar eficazmente os desempenhos, quando  bem administrados.

Algumas dicas:
-Motivação não pode ser confundida com estados de satisfação. Nenhum estado de contentamento leva a ações motivadas. A motivação é um fenômeno menos comum do que se pode imaginar.
-Motivação não se refere a nenhum estado psicológico de alegria ou entusiasmo.
-Definitivamente, Motivação não é qualquer emissão de comportamento ou impulso de ação.
-Motivação não pode ser confundida com o fenômeno do Condicionamento, digo, Sistemas de Recompensas ou Movimento.
-Motivação não é um fenômeno típico de ambientes Organizacionais, mas uma particularidade, um estado psicológico do Homem.
-Os estudos que se pautam da intenção de identificar quais seriam os “verdadeiros” motivos motivacionais é um grande engano – pura ilusão! Nunca encontraremos motivos naturalmente dotados de natureza motivacional. A Motivação guarda outras relações mais complexas.
-Motivação não é um subproduto direto da produtividade, e, tampouco, não se pode conceber a Motivação como um &quot;elemento comportamental mágico&quot; que tudo resolve. Condutas extremamente resistentes à cultura de uma Organização mostram verdadeiros estados motivados. 	
-Não há relação direta entre Valores e Motivação. Pudera se os nossos mais preciosos valores desencadeassem condutas motivadas! – tudo seria muito simples. Em nossa sociedade de consumo, sucesso, dinheiro, fama, etc. são considerados fortíssimos valores sociais. Podemos até assegurar que grande parte da população prima por esses valores, mas o interessante é que nem todos adquirem motivação.  Pense nisso: Quantos indivíduos que, por motivos sérios de saúde são conscientes da necessidade de se empreender um regime alimentar, mas não conseguem adquirir motivação para esse intento, isto é, não conseguem dar sequência ao tratamento, necessitando do apoio de terceiros, de condições ambientais favoráveis, força, orientações e estímulos para manter o “sofrido” regime.






Outra forte questão gira em torno do mito de que qualquer ação motivada é sempre positiva, construtiva, produtiva, favorável mesmo. Ora, de acordo com as teorias psicológicas acadêmicas, a conduta motivada caracteriza-se por ser independente, persistente e sempre voltada para finalidades bem específicas. Assim, como não admitir que assassinos em série possam não apresentar motivação? E o que dizer de um colaborador altamente resistente às regras e muitos dos procedimentos? – pensem nisso!
A Motivação não pode ser encarada como um estado que se generaliza por todos os aspectos do comportamento humano. Isto quer dizer que não é possível a pergunta: &quot;Afinal, ele está ou não motivado?&quot;. Considero como grande equívoco essa posição. A Motivação é sempre uma ação que se inscreve para alvos bem determinados. Exemplo: você pode apresentar motivação para realizar algumas atividades da sua função e não para outras da sua colocação; você pode estar motivado para o consumo de bens materiais e não para trabalhar todos os dias. Você pode apresentar motivação para os estudos, mas não estar motivado para entabular relacionamentos harmoniosos com o pessoal da sua classe; Você até pode estar motivado para viajar, mas não para frequentar e estudar as aulas de matemática, e assim por diante. A Motivação é prescrita essencialmente sobre certos temas, coisas ou objetos específicos. Nesse sentido digo que ela é “departamentalizada”.
Outro ponto: o comportamento humano não é caracterizado apenas por dois estados distintos: estar motivado ou desmotivado;  satisfeito ou desanimado; triste ou feliz - pura ciclotimia. É inimaginável pensar que funcionamos dessa forma. Pense e concordará comigo - é muito estranho e até ingênuo esse tipo de raciocínio.
E o que falar do termo Automotivação? Pura tautologia, não é mesmo?
O mercado repete insistentemente o seguinte pensamento: &quot;Ninguém motiva ninguém, mas os líderes precisam fornecer condições para que as pessoas possam despertar sua motivação&quot;. Eu pergunto: isso faz sentido? É lógico? Dá para compreender? 
Os estímulos do meio ambiente são incontáveis e, de uma forma ou de outra, estamos sempre respondendo a eles e sofrendo transformações. A Socialização e o Condicionamento é um fato. E mais, pessoas motivadas são também fortemente influenciadas por eventos corriqueiros, principalmente quando o objeto de sua motivação é encontrado no meio ambiente. Imagine um colecionador numa feira nacional de discos e afins, onde ele pode encontrar produtos que são em essência forte razão da sua motivação. É claro, líderes necessitam estimular e reforçar constantemente as atuações da turma e orientá-los para as execuções. Mas essa Estimulação ou Condicionamento representa apenas o primeiro passo - o que já denota empreitada muito difícil para a maioria dos gestores. E sabem por quê? Porque grande parte dos executivos estão condicionados e não motivados para implantar seguidamente esse dinamismo no ambiente. 
Repito, Condicionamento ou Movimento é um fenômeno do comportamento humano muito diferente da Motivação. No Condicionamento as ações são impulsionadas e mantidas pela presença dos estímulos do meio ambiente, enquanto na Motivação os comportamentos são de certa forma bem independentes de qualquer força externa. Indivíduos motivados são tenazes em seus intentos superando até grandes adversidades por essas condutas. E repito, não é de admirar que superestimamos esse estado comportamental!
Interessante mencionar que, se o Condicionamento é uma forma de incentivo do comportamento humano, esse fenômeno não pode guardar semelhança alguma com o que é entendido como &quot;Motivação Extrínseca&quot;.  Como é possível o uso do termo “Motivação” Extrínseca para o que não consideram como ação motivada? A simplicidade deste raciocínio está justamente na diferenciação dos vetores, externo e interno - garanto que o conceito da Motivação precisa ser revisto sob outra ótica teórica que, em minha opinião já se mostrou insustentável.

Palestras ou qualquer outro tipo de evento, quase sempre estimulam e energizam a ação da maioria dos ouvintes. É fato que essa nova energia ativa e impulsiona as condutas, aumentando o empenho, mas diga-se,  por tempo determinado - e isso é normal e esperado. São comportamentos que surgem em função da novidade que foi inscrita no ambiente. Mas, com a passagem do tempo a força de influência da palestra vai sendo enfraquecida e, consequentemente, os esforços vão decrescendo. A isto chamamos de Processo de Adaptação. 
É importante ressaltar que esse mecanismo não ocorre quando observamos um comportamento motivado, onde o empenho tende a ser bem mais resistente mesmo com a passagem do tempo. 
Muitos dos executivos não conhecem esse processo e esse é um dos motivos pelos quais experimentam enormes frustrações ao enviar a equipe para esses eventos. 
Outro ponto: ter simplesmente motivos, mesmo que fortes, em nada garante comportamento motivado.  Se esse pensamento procedesse não teríamos maiores problemas em motivar, não é mesmo?
Obrigada,
Angela Paes!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentários: &#8220;Vinte e cinco livros que ajudam a recuperar a Motivação no trabalho&#8221;.<br />
Bem, como psicóloga não posso analisar o comportamento humano como naturalmente ciclotímico, entre estar motivado ou desmotivado. Tome você mesmo como exemplo e vai concluir que essa ideia é uma inverdade.<br />
É óbvio que &#8220;a motivação vem de dentro&#8221;, já que é um fenômeno tipicamente Humano. A Motivação não poderia estar em nenhum fator ou incitamento externo!<br />
&#8230;recuperar a motivação para o bem-estar geral? A Motivação não está relacionada com estados de alegria, entusiasmo, vontade e etc. A Motivação não pode ser tratada de modo genérico, como se ela pudesse se estender a todos os aspectos da conduta humana.<br />
Agora, eu pergunto: Como é possível a existência de motivos ou fatores motivacionais por excelência?<br />
Ora, o sonho de fazer carreira, a meta de executar seu serviço com máxima qualidade ou o desejo de atingir cargos mais elevados são instâncias totalmente relativas e variáveis, pois encontram-se dependentes dos valores pessoais.<br />
Bem, vamos compreender melhor a questão da Motivação.</p>
<p>Em primeiro lugar, vamos definir o termo Motivação: uma conduta autônoma, persistente e sempre dirigida para um objetivo específico. Portanto, as ações motivadas são muito diferentes daquelas que são condicionadas/estimuladas ou incentivadas – mesmo porque são comportamentos que se manifestam pela força dos estímulos e reforços do meio ambiente.<br />
Na Motivação acontece o contrário. A pessoa apresenta uma conduta “independente” que quaisquer &#8220;Esquemas de Reforçamento&#8221; ou qualquer condição incentivadora presente.<br />
Um aparte: se você pretende atingir resultados mais rápidos, é claro, estabeleça um sistema de incentivos para impulsionar as atuações. É ótimo recurso para avivar as atividades humanas, sem sombra de dúvida. De modo geral, durante as campanhas vivenciamos mais iniciativas, mais esforços e atenção às execuções cotidianas. E esteja preparado para observar queda no empenho do pessoal após as campanhas, isto porque você não está lidando com ações motivadas, mas gratificadas ou fortalecidas. Esta é a trajetória normal e esperada quando as atuações são incentivas. Prepare-se para lidar com isso. A psicologia chama este fenômeno de Condicionamento (ou Movimento!), um recurso de “reforçamentos e fortalecimentos” que acabam por energizar/ativar eficazmente os desempenhos, quando  bem administrados.</p>
<p>Algumas dicas:<br />
-Motivação não pode ser confundida com estados de satisfação. Nenhum estado de contentamento leva a ações motivadas. A motivação é um fenômeno menos comum do que se pode imaginar.<br />
-Motivação não se refere a nenhum estado psicológico de alegria ou entusiasmo.<br />
-Definitivamente, Motivação não é qualquer emissão de comportamento ou impulso de ação.<br />
-Motivação não pode ser confundida com o fenômeno do Condicionamento, digo, Sistemas de Recompensas ou Movimento.<br />
-Motivação não é um fenômeno típico de ambientes Organizacionais, mas uma particularidade, um estado psicológico do Homem.<br />
-Os estudos que se pautam da intenção de identificar quais seriam os “verdadeiros” motivos motivacionais é um grande engano – pura ilusão! Nunca encontraremos motivos naturalmente dotados de natureza motivacional. A Motivação guarda outras relações mais complexas.<br />
-Motivação não é um subproduto direto da produtividade, e, tampouco, não se pode conceber a Motivação como um &#8220;elemento comportamental mágico&#8221; que tudo resolve. Condutas extremamente resistentes à cultura de uma Organização mostram verdadeiros estados motivados.<br />
-Não há relação direta entre Valores e Motivação. Pudera se os nossos mais preciosos valores desencadeassem condutas motivadas! – tudo seria muito simples. Em nossa sociedade de consumo, sucesso, dinheiro, fama, etc. são considerados fortíssimos valores sociais. Podemos até assegurar que grande parte da população prima por esses valores, mas o interessante é que nem todos adquirem motivação.  Pense nisso: Quantos indivíduos que, por motivos sérios de saúde são conscientes da necessidade de se empreender um regime alimentar, mas não conseguem adquirir motivação para esse intento, isto é, não conseguem dar sequência ao tratamento, necessitando do apoio de terceiros, de condições ambientais favoráveis, força, orientações e estímulos para manter o “sofrido” regime.</p>
<p>Outra forte questão gira em torno do mito de que qualquer ação motivada é sempre positiva, construtiva, produtiva, favorável mesmo. Ora, de acordo com as teorias psicológicas acadêmicas, a conduta motivada caracteriza-se por ser independente, persistente e sempre voltada para finalidades bem específicas. Assim, como não admitir que assassinos em série possam não apresentar motivação? E o que dizer de um colaborador altamente resistente às regras e muitos dos procedimentos? – pensem nisso!<br />
A Motivação não pode ser encarada como um estado que se generaliza por todos os aspectos do comportamento humano. Isto quer dizer que não é possível a pergunta: &#8220;Afinal, ele está ou não motivado?&#8221;. Considero como grande equívoco essa posição. A Motivação é sempre uma ação que se inscreve para alvos bem determinados. Exemplo: você pode apresentar motivação para realizar algumas atividades da sua função e não para outras da sua colocação; você pode estar motivado para o consumo de bens materiais e não para trabalhar todos os dias. Você pode apresentar motivação para os estudos, mas não estar motivado para entabular relacionamentos harmoniosos com o pessoal da sua classe; Você até pode estar motivado para viajar, mas não para frequentar e estudar as aulas de matemática, e assim por diante. A Motivação é prescrita essencialmente sobre certos temas, coisas ou objetos específicos. Nesse sentido digo que ela é “departamentalizada”.<br />
Outro ponto: o comportamento humano não é caracterizado apenas por dois estados distintos: estar motivado ou desmotivado;  satisfeito ou desanimado; triste ou feliz &#8211; pura ciclotimia. É inimaginável pensar que funcionamos dessa forma. Pense e concordará comigo &#8211; é muito estranho e até ingênuo esse tipo de raciocínio.<br />
E o que falar do termo Automotivação? Pura tautologia, não é mesmo?<br />
O mercado repete insistentemente o seguinte pensamento: &#8220;Ninguém motiva ninguém, mas os líderes precisam fornecer condições para que as pessoas possam despertar sua motivação&#8221;. Eu pergunto: isso faz sentido? É lógico? Dá para compreender?<br />
Os estímulos do meio ambiente são incontáveis e, de uma forma ou de outra, estamos sempre respondendo a eles e sofrendo transformações. A Socialização e o Condicionamento é um fato. E mais, pessoas motivadas são também fortemente influenciadas por eventos corriqueiros, principalmente quando o objeto de sua motivação é encontrado no meio ambiente. Imagine um colecionador numa feira nacional de discos e afins, onde ele pode encontrar produtos que são em essência forte razão da sua motivação. É claro, líderes necessitam estimular e reforçar constantemente as atuações da turma e orientá-los para as execuções. Mas essa Estimulação ou Condicionamento representa apenas o primeiro passo &#8211; o que já denota empreitada muito difícil para a maioria dos gestores. E sabem por quê? Porque grande parte dos executivos estão condicionados e não motivados para implantar seguidamente esse dinamismo no ambiente.<br />
Repito, Condicionamento ou Movimento é um fenômeno do comportamento humano muito diferente da Motivação. No Condicionamento as ações são impulsionadas e mantidas pela presença dos estímulos do meio ambiente, enquanto na Motivação os comportamentos são de certa forma bem independentes de qualquer força externa. Indivíduos motivados são tenazes em seus intentos superando até grandes adversidades por essas condutas. E repito, não é de admirar que superestimamos esse estado comportamental!<br />
Interessante mencionar que, se o Condicionamento é uma forma de incentivo do comportamento humano, esse fenômeno não pode guardar semelhança alguma com o que é entendido como &#8220;Motivação Extrínseca&#8221;.  Como é possível o uso do termo “Motivação” Extrínseca para o que não consideram como ação motivada? A simplicidade deste raciocínio está justamente na diferenciação dos vetores, externo e interno &#8211; garanto que o conceito da Motivação precisa ser revisto sob outra ótica teórica que, em minha opinião já se mostrou insustentável.</p>
<p>Palestras ou qualquer outro tipo de evento, quase sempre estimulam e energizam a ação da maioria dos ouvintes. É fato que essa nova energia ativa e impulsiona as condutas, aumentando o empenho, mas diga-se,  por tempo determinado &#8211; e isso é normal e esperado. São comportamentos que surgem em função da novidade que foi inscrita no ambiente. Mas, com a passagem do tempo a força de influência da palestra vai sendo enfraquecida e, consequentemente, os esforços vão decrescendo. A isto chamamos de Processo de Adaptação.<br />
É importante ressaltar que esse mecanismo não ocorre quando observamos um comportamento motivado, onde o empenho tende a ser bem mais resistente mesmo com a passagem do tempo.<br />
Muitos dos executivos não conhecem esse processo e esse é um dos motivos pelos quais experimentam enormes frustrações ao enviar a equipe para esses eventos.<br />
Outro ponto: ter simplesmente motivos, mesmo que fortes, em nada garante comportamento motivado.  Se esse pensamento procedesse não teríamos maiores problemas em motivar, não é mesmo?<br />
Obrigada,<br />
Angela Paes!</p>
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