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	<title>Comentários sobre: Redes Sociais na Empresa: Liberar ou proibir?</title>
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		<title>Por: Armando J. Niedermayer</title>
		<link>https://www.televendasecobranca.com.br/redes-sociais/redes-sociais-na-empresa-liberar-ou-proibir/#comment-1286</link>
		<dc:creator>Armando J. Niedermayer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 18:03:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não liberar a Internet significa em nome de pseudo problemas inventados pelas empresas, em nome da segurança e da produtividade e, porque não dizer,  pela incompetencia dos técnicos de TI. Nada mais é do que a exclusão digital promovida pelas próprias organizações!  Enquanto o Governo de um lado batalha para a inclusão digital total dos cidadãos, as empresas consideram o avanço dos sistemas de comunicação como sua propriedade exclusiva, como se fossem criados apenas a serviços das mesmas e ajudar a explorar  cada segundo da vida útil dos trabalhadores, já escravos de tantas outras situações. É  o mesmo que proibir o uso a quem ajudou a construir a estrada.Tudo tem que ser colocado à disposição das empresas para produzir lucros. Já não basta os baixos salários também precisam dominar a respiração dos seus funcionários. Os administradores dessas organizações com esse perfil, mais cedo ou mais tarde, irão perceber, que essa exclusão digital no ambiente das empresas, que isso foi a decisão errada, pois tiraram a oportunidade  de evoluir de seus &quot;colaboradores&quot; ( não gosto da palavra colaborador como é empregada).  Não percebem que ninguém fica 100% do tempo  produtivo em seu ambiente de trabalho, na velociadade em que tudo deve ser feito. É preciso dar tempo para respirar e viver. No futuro, com certeza, terão em seus quadros pessoas menos evoluidas, com sentimentos de exclusão,  e menos produtivas, o que, fatalmente, irá refletir-se na capacidade dessas empresas de sobreviver no mercado e nos seus resultados. Ora, uma empresa não pensa, pois,  quem usa o cérebro sãos as pessoas que nela trabalham. Portanto, a forma e o  caminho são outros. Deve haver um equilíbrio. No mundo de hoje, investir para desconectar as pessoas, ao meu ver, é o pior investimento. A pergunta que não quer calar: produzir serviços e produtos com selo de qualidade para quem, se os próprios funcionários não serão capazes de  entender e de consumir o que se produz ?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não liberar a Internet significa em nome de pseudo problemas inventados pelas empresas, em nome da segurança e da produtividade e, porque não dizer,  pela incompetencia dos técnicos de TI. Nada mais é do que a exclusão digital promovida pelas próprias organizações!  Enquanto o Governo de um lado batalha para a inclusão digital total dos cidadãos, as empresas consideram o avanço dos sistemas de comunicação como sua propriedade exclusiva, como se fossem criados apenas a serviços das mesmas e ajudar a explorar  cada segundo da vida útil dos trabalhadores, já escravos de tantas outras situações. É  o mesmo que proibir o uso a quem ajudou a construir a estrada.Tudo tem que ser colocado à disposição das empresas para produzir lucros. Já não basta os baixos salários também precisam dominar a respiração dos seus funcionários. Os administradores dessas organizações com esse perfil, mais cedo ou mais tarde, irão perceber, que essa exclusão digital no ambiente das empresas, que isso foi a decisão errada, pois tiraram a oportunidade  de evoluir de seus &#8220;colaboradores&#8221; ( não gosto da palavra colaborador como é empregada).  Não percebem que ninguém fica 100% do tempo  produtivo em seu ambiente de trabalho, na velociadade em que tudo deve ser feito. É preciso dar tempo para respirar e viver. No futuro, com certeza, terão em seus quadros pessoas menos evoluidas, com sentimentos de exclusão,  e menos produtivas, o que, fatalmente, irá refletir-se na capacidade dessas empresas de sobreviver no mercado e nos seus resultados. Ora, uma empresa não pensa, pois,  quem usa o cérebro sãos as pessoas que nela trabalham. Portanto, a forma e o  caminho são outros. Deve haver um equilíbrio. No mundo de hoje, investir para desconectar as pessoas, ao meu ver, é o pior investimento. A pergunta que não quer calar: produzir serviços e produtos com selo de qualidade para quem, se os próprios funcionários não serão capazes de  entender e de consumir o que se produz ?</p>
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