
Sócio cobra perdas em fundo com papéis de Master, Fictor e Reag; banco contesta e acusa retenção de recursos
A crise envolvendo a liquidação do Banco Master e da Reag Investimentos e o pedido de recuperação judicial da Fictor atingiu o Banco Digimais, instituição associada a investidores ligados ao bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal e dono da Record.
Segundo a coluna do jornalista Julio Wiziack, no UOL, o empresário Roberto Campos Marinho Filho, sócio do Digimais, cobra quase 500 milhões de reais do banco por perdas relacionadas ao fundo EXP 1, um FIDC (fundo de investimento em direitos creditórios) estruturado com papéis dessas empresas. O Digimais é cotista de um fundo da Yards Capital, gestora de Marinho Filho, que estruturou o veículo de investimento.
O investidor afirma que os ativos que lastreavam o fundo perderam valor após a crise do Master, da Fictor e da Reag. O Digimais contesta a versão e afirma que o próprio sócio teria retido cerca de 88 milhões de reais em rendimentos do fundo sem prestar contas, levando o caso à Justiça.
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