
O iFood movimentou quase 1% do PIB brasileiro em 2024, somando mais de R$ 140 bilhões em transações e gerando cerca de 1 milhão de empregos. Entretanto, a trajetória da gigante do delivery começou de forma bem mais simples e analógica.
De acordo com a página Curioso Mercado, em collab com a B3 Brasil, ainda que lançado oficialmente em 2011, a história do iFood se inicia em 1997, quando o empresário Patrick Sigrist criou, em São Paulo, o Disk Cook, uma central telefônica que intermediava pedidos de diversos restaurantes.
Os estabelecimentos eram listados em catálogos impressos, e a operação por telefone cuidava de todo o processo até a entrega, oferecendo às casas uma alternativa ao investimento em estrutura própria de delivery.
Com o avanço da internet e a popularização dos smartphones, Sigrist entendeu que era hora de transformar o modelo. Ele convidou Felipe Fioravante, Guilherme Bonifácio e Eduardo Baer para se tornarem sócios e ajudar a levar o negócio ao ambiente digital.
Em 2011, quando foi lançada a plataforma online de pedidos, o negócio já mostrava logo o seu potencial. Em seis meses, reunia cerca de 650 restaurantes cadastrados e registrava 16 mil pedidos mensais. Já em 2013, o grupo brasileiro que investia e desenvolvia startups, Movile, decidiu investir no iFood.
No ano seguinte, o iFood se fundiu com o RestauranteWeb, então seu principal concorrente, consolidando a liderança no setor. O impacto foi imediato: em um ano, o volume de pedidos passou de 100 mil para 450 mil por mês.
Em 2018, por sua vez, recebeu um aporte histórico de US$ 500 milhões, o maior já feito em uma startup latino-americana até então, para se manter na liderança diante do mercado estrangeiro. Agora, a empresa tornou-se também banco digital, com plataforma de benefícios e com desenvolvimento de inteligência artificial.
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