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Facebook poderá criar lojas virtuais como nova fonte de renda

por: Afonso Bazolli
fonte: Brasil Econômico
11 de abril de 2012 - 0:10

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Companhia poderá incluir canal de vendas na rede social após IPO, apostam analistas

Por: Alistair Barr

Um grupo de empresas iniciantes de comércio eletrônico, com investimento de alguns dos mais renomados financistas do setor de tecnologia, está apostando que o Facebook pode se tornar uma potência do comércio eletrônico capaz de rivalizar com Amazon.com e ebay.

À medida que a maior rede social do planeta avança em direção a uma oferta pública inicial de ações avaliada em US$ 5 bilhões, aumentará a pressão de Wall Street para que ela encontre novas fontes de crescimento de lucro e reduza sua dependência de publicidade, que em 2011 respondeu por 85% do faturamento.

Alguns empresários e investidores acreditam cada vez mais que o “f-commerce” -comércio eletrônico via Facebook- será a resposta. Empresas iniciantes como BeachMint, Yardsellr, Oodle e Fab. com estão desenvolvendo novas maneiras de persuadir os usuários do Facebook a usar a rede social não só para se conectar com amigos mas para fazer compras.

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Zuckerberg, do Facebook: publicidade representa 85% da receita. Foto: David Paul Morris / Bloomberg

Com dezenas de milhões de dólares em capital fornecidos por empresas como a Accel Partners e Andreessen Horowitz, e outros grandes investidores como o Goldman Sachs, essas companhias iniciantes estão criando aplicativos de compras, organizando vendas caseiras e testando novos modelos de negócios no Facebook.

” O comércio eletrônico é uma categoria grande e com ventos favoráveis, e entrar nesse segmento é um passo natural para o Facebook”, disse Sam Schwerin, da Millennium Technology Value Partners, que detém ações do Facebook e investiu na Beachmint.

No final de 2011, o Facebook tinha 845 milhões de membros ativos ao mês, superando de longe os 164 milhões de usuários da varejista Amazon e os 110 milhões do ebay.

Grandes cadeias de varejo norte-americanas como J. C. Penney, Gap e Nordstrom criaram lojas no Facebook, mas terminaram por fechá-las porque tiveram vendas baixas.

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1 Comentário
  1. Acho que este movimento será muito natural para o facebook como mostrou-se no post. Porém acredito que por decisão de corebusiness o facebook não terá uma loja própria e sim utilizará seu potencial para facilitar a inclusão de lojas virtuais dentro do facebook para empresas o que não rivalizaria com Amazon ou Ebay que poderiam utilizar essa ferramenta como uma forma complementar das suas operações de venda. O facebook por sua vez faturaria em percentuais nas vendas das lojas como hoje é feita em shoppings, ou seja, poderia tornar-se um grande shopping virtual. Acho que a aposta nesta operação é válida e deve ser analisada por varejistas, porém acredito que o resultado venha a médio e longo prazo.

    Vinicius Bednarczuk em 11 de abril de 2012 - 11:51

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