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10 de junho de 2015 - 18:07

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O selo assegura que a empresa que adota o trabalho a distância cumpre as boas práticas de gerenciamento de pessoas e requisitos legais, entre outros critérios igualmente importantes.

Modalidade cada vez mais utilizada pelas empresas no País, o teletrabalho contribui para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e aumento de produtividade, além de redução de custos e maior flexibilidade de atuação das empresas.   Contudo, a maioria das empresas que adota o home office não possui um contrato específico para essa forma de trabalho ou executa esse projeto de forma estruturada. A falta de referenciais levou a Sociedade Brasileira de Teletrabalhos e Teleatividades  (SOBRATT) a  criar a Certificação de Boas Práticas em Teletrabalho, com a concepção e  gerenciamento do Instituto Totum.

O objetivo da certificação é aprimorar essa modalidade de trabalho no País, dando mais segurança para a empresa e o colaborador.  Pesquisa realizada pela SOBRATT com 88 empresas, de grande e médio portes, mostrou que 66,67% delas não possuem contrato específico para o trabalho remoto. Do universo pesquisado, 83,33% informaram que não oferecem treinamento especial com foco na atuação a distância.

Para obter o selo da SOBRATT, que é renovado a cada ano, a empresa deve obedecer às normas de boas práticas que se apoiam em cinco pilares:  processo de teletrabalho, tecnologia de informação e comunicação, segurança jurídica, gestão de pessoas e cultura organizacional.

O processo de obtenção do Selo se inicia com uma autoavaliação feita pela empresa, e se caso seja atingida a pontuação necessária, o Instituto Totum realiza uma auditoria na documentação. Na sequência, a Comissão de Certificação avaliará o processo e, se a empresa for aprovada, receberá o selo de Boas Práticas em Teletrabalho.

“É muito importante definir as práticas gerenciais para gestão de pessoas, assegurando atendimento a requisitos legais, e garantindo os critérios e indicadores para a prestação de serviços, controle de acesso, avaliação de desempenho e condições de trabalho”, afirma Álvaro Mello – Presidente da SOBRATT.

“O selo é uma chancela de que a empresa segue as boas práticas de teletrabalho, tanto no gerenciamento de pessoas como no tocante a requisitos legais e tecnologia”, afirma sócio-diretor do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes.

Das empresas entrevistadas pela SOBRATT em outubro, 43,90% se mostraram satisfeitas com os resultados obtidos com o teletrabalho e  pretendem ampliar a modalidade para outras áreas.  A maioria, 73,91%, tem experiência de mais de dois anos com home office.

A pesquisa revelou ainda que a adoção da modalidade esbarra na questão cultural das empresas e dos gestores, que temem perder controle sobre o tempo e a produtividade dos funcionários remotos, além da dificuldade de adaptação dos colaboradores e questões jurídicas.

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