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Por que se fala tanto e se faz tão pouco em termos de feedback?

por: Angelica Balthasar
em: Gestão
fonte: Administradores.com
15 de janeiro de 2013 - 0:11

Por-que-se-fala-tanto-e-se-faz-tao-pouco-em-termos-de-feedback-televendas-cobranca

A todo o momento, somos envolvidos e informados sobre a importância de se fornecer feedback, mas o que faz com que a realidade seja tão dissonante do que se prega?

Normalmente, o problema é a falta de hábito de se praticar a ferramenta. Às vezes, não percebemos o momento adequado de fornecê-lo ou achamos que não somos capazes. E acreditamos também que se não fornecermos feedback, cedo ou tarde o outro entenderá. Pura enganação! Trata-se de pensamentos que retardam a evolução do próprio profissional, bem como da equipe, gerando desperdício de tempo, dinheiro e energia emocional.

Corrigir comportamentos inadequados talvez seja mais difícil ainda do que fornecer feedback positivo. Quais são os principais fatores que dificultam o fornecimento de feedback corretivo?

- Falta de tempo: é uma desculpa muito utilizada e, após decorrido determinado tempo, nem adianta mais fornecê-lo, pois se tornaria inócuo.

- Não saber enfrentar uma eventual discussão: há pessoas que receiam sobre como o outro perceberá o feedback, então o melhor é fazer vista grossa e seguir em frente.

- O tempo falará por si: essa tática tem como premissa que cedo ou tarde o outro entenderá o que era para ser dito e, com isso, perde-se uma chance efetiva de fornecer feedback genuíno.

- Falta de preparo: um dos itens que mais impactam no fornecimento do feedback. As pessoas ficam com receio de proceder incorretamente por não saberem como começar, manter e finalizar uma conversa na qual estão envolvidas aspectos comportamentais que precisam ser trabalhados.

- Para não magoar: às vezes, o receio recai em como falar certas coisas e ficamos muito preocupados em não melindrar os outros. Esse é um problema de assertividade, porque a partir do momento que o que deveria ser dito não o é, assume-se uma postura passiva.

A questão é que se desejamos efetivamente que o outro cresça como pessoa e profissional, então devemos nos preocupar em fornecer feedback, mesmo sabendo que as consequências talvez não sejam as mais agradáveis. Quando lidamos e lideramos grupos, é melhor falar do que se omitir, pois caso nos comportemos assim, estaremos sinalizando para a equipe que certas coisas que não deveriam ser toleradas passaram a ser e isso certamente influenciará sobremaneira a autoridade do líder sobre a equipe.

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Comentários (3)
  1. Achei essa matéria de fundamental importância, trabalho com equipe em uma empresa de grande porte mundial na logística e no varejo e o que me chamou mais atenção nessa matéria é que pecamos muitas vezes sem saber e muitas vezes sabendo, por nos acomodar e ou deixar que as coisas por sí só se concertem.
    Pra essa matéria dou nota mil.
    Fláviosilva32@hotmail.com
    Fone: 81 9734 5153

    Flávio Trindade em 15 de janeiro de 2013 - 21:41
  2. Tem coisas que muita gente ainda precisa filtrar.

    Eu sigo o seguinte! E levei meia vida para apreender!

    Algumas delas são:

    Guerras, somente de ideias!
    Nunca confunda sua carreira com você!
    Feedback e o novo nome da critica construtiva! Apreenda!
    Absorva o que prestar e descarte o resto, mais não muito longe que não possa ser resgatado.
    Não confie cegamente, com certeza ira tropeçar.
    Não generalize, mais também não ignore a tendência, Matemática roda o universo.

    E por ai vai…..

    Anderson em 15 de janeiro de 2013 - 19:28
  3. Sou da opinião de que as regras devem ser ditas com muita clareza, assim como suas implicações logo no primeiro contato. No decorrer dos dias além de se observar o cumprimento destas tais regras e das atribuições desenvolvidas; deve-se manter proximidade com o funcionário procurando saber como ele é como pessoa, sua família, estudo, como ele vê sua função na empresa, e sempre que puder participar de conversas entre pessoas da equipe. Isto facilita na hora de se aplicar um feedback e de recebê-lo; já que é uma via de mão dupla.

    Solange Aparecida Querino dos Santos em 15 de janeiro de 2013 - 14:26

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